domingo, 21 de junho de 2009

OFICINA 04 – TP 04 UNIDADE 14

No dia 09 de junho às 13 horas, na sala de reuniões da SEDUC, aconteceu a quarta oficina em ritmo de São João . A mudança de local se deu devido à comodidade dos cursistas e a facilidade de recursos e locomoção dos mesmos.
O ambiente foi todo decorado para receber os cursistas que aos poucos foram chegando. A oficina teve como tema “Leitura e Processos de Escrita” e em decorrência disso, iniciei-a com a exibição de um slaid que construí sobre o “Gentileza” ao som da música de Marisa Monte. Terminada a exibição, os cursistas ficaram à vontade para fazer suas reflexões acerca da mesma e direcioná-la ao tema da TP em estudo.
Feito isso, entregaram os relatos e socializaram suas experiências na sala de aula. Alguns falaram da dificuldade de realizá-las em turmas grandes e agitadas e outros relataram o bom desempenho dos seus alunos.
Em seguida propus que falassem um pouco dói que leram na unidade 13 da TP em estudo, como a maioria não havia lido, sugeri que fizéssemos uma leitura em grupo e sistematizassem-na para socializar para os colegas enquanto que eu apresentava um material sobre a unidade 14 no data show. Após as apresentações dos resultados lemos um pequeno texto sobre letramento e sobre o que se deve evitar para escrever um bom texto. Fazendo referência ao dia dos namorados, exibi um outro slaid de nome “Gramatistória” que fala de um romance entre elementos gramaticais que envolvem também outros aspectos da língua, foi bem divertido.
Depois convidei todos a escrever frases de gentileza e agradecimentos para fixar no muro da sala (GENTILEZAS GESTAR), fazendo uma referência aos escritos de Gentileza nos muros do Rio de Janeiro. A produção ficou bem colorida e o muro ficou coberto de frases muito bem elaboradas.
Dando continuidade, atentamos para o avançando na prática que eles escolherão para aplicar na sala quando retornarem do recesso junino e construírem seus relatos e a elaboração do projeto. Dei os avisos e na mesma linha do muro, fizemos a avaliação do encontro. Como atividade para casa, passei um diário de bordo para que eles escrevam suas impressões ao longo desses quatro encontros.
No momento da confraternização junina, cada um colocou na mesa o que trouxe (bolos, amendoim, cocadas, paçocas, licor) e começamos a forrozar até a hora de ir para casa, dando viva São João!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

GESTALEIROS(AS) EM CENA


MARIA DE LOURDES

VIVA SÃO JOÃO!

RELATÓRIO OFICINA 03-PROJETOS E PORTFÓLIO



A oficina ocorreu no dia 26de maio às 13h15min, tendo como abertura a exibição de slides com o texto “O mito da caverna” de Platão em seguida sendo feita uma reflexão acerca do mesmo. Dentre muitas colocações destaco a de uma colega quando ela disse que há colegas que por comodismo e/ou medo, preferem refugiar-se em suas cavernas, ficando preso a correntes que os imobilizaram por anos, não experienciando outras oportunidades de mudança. E aí eles citaram o curso GESTAR, como uma quebra desses elos da corrente, pois muitos deles têm várias outras atividades, e mesmo assim se disponibilizaram a fazer o curso, enquanto há outros que não se interessaram.
Depois disso li o roteiro da tarde e o objetivo da oficina que foi: fornecer aos professores cursistas subsídios e orientações necessárias para a elaboração do projeto e a construção do portfólio.
O “momento do cursista” não foi possível acontecer hoje devido ao volume de informações e o curto tempo destinado a isso.
Partimos para a leitura do material sobre o portfólio, utilizando textos que a formadora da UNB nos forneceu. Acrescentei alguns critérios que serão considerados na avaliação do mesmo e os elementos que o compõe.
Alguns cursistas puderam tirar as suas dúvidas sobre o portfólio.
O dia da Língua Portuguesa é 10 de Junho então, sugeri à turma, através de e-mail, que pensassem em algumas atividades para que enviemos às escolas do município a fim de que proporcionem nesse dia, atividades diferentes para que o aluno tome conhecimento dessa data.
Em grupos, cada escola lançou sua proposta, já digitaram durante a apresentação na oficina e fiquei de estruturá-lo para enviar às escolas com a marca do GESTAR. Fiquei muito orgulhosa da minha turminha e feliz por saber que nosso curso está colhendo frutos, e frutos de ótima qualidade.
No momento de falar sobre o Projeto, fiz uma exposição de slides que deixaram bem claras as informações a respeito do mesmo. Iniciei com uma estufa, que serviu para que, antes de tudo, eles pensem cuidadosamente na problemática e nos questionamentos feitos para a sua elaboração. Depois disso, dividimos os grupos por escola, para que já começassem a pensar no tema, problemática e justificativa do projeto, bem como sua estruturação.
O momento da socialização dos relatos de prática também não aconteceu, só foram entregues e na próxima oficina o farão.
Como eles haviam sugerido na avaliação da oficina passada, fizemos o sorteio do “Anjo”, uma espécie de “protetor secreto” no qual você, durante um tempo recebe mensagens e/ou objetos, mas não sabe quem te envia, e só na data preestabelecida ficará sabendo, no nosso caso, será no último dia da oficina. Só participa quem quiser. Eles decoraram os envelopes que fiz com papel colorido e colocaram seus nomes para na próxima oficina começarem a interagir com seus protegidos.
Encerramos a oficina com a avaliação em forma de smiles e fiz a chamadinha para a próxima oficina. Combinamos que esta acontecerá na sala da SEDUC e será em ritmo de São João, com comidas típicas e um forrozinho.
A oficina em si foi muito boa, produtiva e segundo a avaliação escrita, nem sentiram o tempo passar, alguns se queixaram pelo número de atividades, pois tem outras ocupações e alguns ainda estão concluindo a graduação, mas estão confiantes que vão conseguir chegar ao término do curso.

terça-feira, 16 de junho de 2009

OFICINA 2-TP 3/UNIDADE 10






No dia 28 de abril voltamos a nos reunir. A colega formadora de matemática – Veronilde - ficou comigo na sala pela tarde para dar apoio e eu fico com ela pela manhã. Enquanto os professores chegavam, estávamos arrumando a sala com os portadores textuais que selecionei, e coloquei um som ambiente bem legal.Nessa data comemora-se o dia da Educação, resolvi então não iniciar as atividades com uma mensagem, mas através de uma dinâmica na qual cada cursista recebeu um pedaço de barbante e fez três nós, para cada nó,um marco em sua vida como educador(a), e eleger apenas um deles, o mais significativo, para socializar com os demais colegas.


Após a leitura do roteiro da tarde, foi apresentado o objetivo da oficina, tema e o conteúdo da TP a ser trabalhado: Gêneros Textuais.No início do encontro já havia colocado no centro da sala os diversos gêneros textuais. Solicitei que observassem e escolhessem um para pegar e falar sobre ele: o gênero escolhido, suas características estruturais e sua competência sociocomunicativa. No momento da socialização os professores ficaram à vontade para fazer suas inferências a respeito do gênero selecionado. Feito isso, dividimos a sala em três grupos para realizar uma atividade voltada para a TP 3, unidade 09 e 10, que tem como tema o Trabalho. A atividade anterior já sinalizou para a unidade 09 e essa é voltada para a unidade 10. Cada grupo ficou com o estudo de uma seção e encarregado de fazer sua sistematização em cartazes e apresentar à turma, uma vez que senti a necessidade de, no primeiro contato com o material propriamente dito, fazer esse estudo mais direto. Nesse momento surgiram alguns questionamentos/críticas a respeito do texto que fala sobre a Literatura de Cordel-de forma preconceituosa-, e solicitei que fizessem suas considerações por escrito para que fossem encaminhadas à coordenação do curso.Isso gerou um certo desconforto na sala , mas resgatei a direção da atividade e assim pudemos conclui-la sem maiores prejuízos.
Professoras representando o anúncio de uma cartomante-mãe Liná

O lanche ocorreu durante a oficina para que não parássemos no meio das atividades. Em seguida fiz a leitura de um poema chamado “Poema tirado de uma notícia de jornal” de Mário Quintana a fim de salientar que um texto não apenas um gênero, mas vários, multissemiótico. E para reforçar essa idéia, pedi que os grupos, a partir da leitura que tinham sobre o clássico infantil “Chapeuzinho Vermelho”, construíssem um texto nos gênero(s) que escolhessem tendo a história infantil como referência. Foi uma atividade muito interessante, pois a criatividade dos professores foi a peça-chave para o sucesso da atividade.
Concluímos juntos que o objetivo da oficina foi alcançado, encerramos com a avaliação do encontro, em forma de imagens de outros gêneros, demos os informes, fiz a chamadinha para a oficina posterior e cantamos os parabéns para os aniversariantes do mês.

Convite para o Gestar Junino

Olá pessoá! Tudo bem c’ocês?

Eu trago um convite de lá das moça do GESTAR,
espie bem o que elas mandaram dizer:


Vamos juntos com alegria
Nesse dia festejá
Juntá letras com números
Na oficina do GESTAR

Primeiro estudamos
Fazemos nossa lição
Depois nos junta tudo
Pra dar Viva São João!

Vamos mudar de lugá
Pra ficá mais à vontade
Será lá na SEDUC
Vai ser bão barbaridade!

Pode trazer adivinhação
Trava- língua ou cordel
Vamos dançar um forró
Não se esqueçam do chapéu

Contamos com vocês
Queremos presença garantida
Tragam algo pra partilhar
De beber ou de comida
Aceitem o convite
De Veronilde, Wanderléa e Rita.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

AULA INAUGURAL

No dia 08 de abril, no auditório do Programa de Criança da Petrobras às 13 horas aconteceu o primeiro encontro entre formadores, coordenadora e professores-cursistas de Língua Portuguesa e Matemática do curso GESTAR.
Na entrada, os professores receberam o kit de livros, acompanhado de um classificador contendo um bloco de anotações, lápis, caneta e borracha.
A apresentação das turmas foi nominal ,feita através de slaids onde constavam seus nomes em destaque: uma cor para cada. Formando um painel multicolorido.
Após a leitura do roteiro da tarde, a Secretária de Educação, Srª Zélia Maria Barreto Reis, deu as boas vindas e falou da importância do curso para a prática pedagógica de cada um e da confiança que ela deposita na equipe do Gestar de Entre Rios.
Em seguida foi exibida uma apresentação de slaids produzidos pela equipe, a respeito da mensagem Pipoca (Rubem Alves), focando a necessidade de estar aberto às mudanças e que estas , na maioria das vezes acontece a partir de uma aquecida de óleo para provocar um estouro , o famoso "Bum!" Os cursistas fizeram suas colocações a respeito da mesma,
demonstrando uma preocupação com os piruás , aqueles que mesmo com o calor e a dor que o fogo provoca, resistem às mudanças. Foram colocações bem interessantes.
Na sequência foi apresentada a estrutura do curso, através de slaids que a formadora de matemática adquiriu com sua formadora, e os professores puderam tirar todas as suas dúvidas a respeito do mesmo.
Às 15horas foi dado um intervalo para o lanche: um refrigerante e um delicioso pão de metro cedido pela SEDUC, ao som de uma seleção de MPB.
No retorno, foram dados alguns avisos, atividades para casa,agendamento da data do próximo encontro , e-mail do curso e concluímos essa parte com uma mensagem sobre o verdadeiro sentido da Páscoa além da entrega de uma lembrancinha uma carinha de coelho de chocolate , a todos os cursistas.
Para finalizar, foi feita uma avaliação desse primeiro contato que, ansiosa não perdi tempo em fazer sua leitura.
Como esse primeiro momento era o momento da sedução, acredito que o objetivo foi alcançado, pois sairam muito entusiasmados com o curso e parabenizaram a equipe pela clareza nas informações, pela dedicação e atenção com que tratamos os cursistas. Houve uma crítica em relação ao material do curso de Matemática, pois estes não haviam chegado no município a tempo de eles levarem para casa, como aconteceu com os de Língua Portuguesa.
Agora é nos preparar para a próxima oficina, que acontecerá no dia 08 de abril em uma das salas cedida pelo Colégio Estadual Duque de Caxias.

sábado, 16 de maio de 2009

SORRISO


Se é de uma criança, é ternura.
Se, é de um desconhecido,é simpatia.
Dê sempre um sorriso.
É presente, é gostoso.

E se é seu, é ALEGRIA!!!

(Maria Helena Brito Izzo)

CORDEL- NITA NA BAHIA


Meu leitor preste atenção
Ouça o que vamos falar
É sobre uma formadora
De um certo programa GESTAR
Que chegou ontem à Bahia
E até o baianês diz que já sabe falar

Com seu sotaque carioca
E seu jeito "tipo assim"
Tem aparência de baiana
Tem gingado, alegria enfim
Seu nome é Lenita
Leni p'rocês e Nita pra mim

Caloura na Bahia
Já tem a bênção de Iemanjá
Mas tá devendo ao corpo bronzeado
Um mergulho no lindo mar
Êta carioca retada!
Essa dívida ela vai ter que pagar.

(Rita e Wanderléa)

Memorial de Leitura




Este texto contempla minhas experiências de leitura da infância à fase adulta.Meu primeiro contato com livros se deu na casa de minha avó, na roça, onde minha tia era professora leiga e ensinava classe multisseriada. Quando ela ia buscar os livros na sede eu ficava ansiosa e quando ela chegava era aquela festa, eu abria e folheava um a um, adorava sentir o cheiro de coisa nova. As palavras e os textos eram mistérios a ser desvendados, mas com minhas hipóteses e com a observação das figuras coloridas, fazia minhas leituras...Não passei pela Educação Infantil, aos sete anos não estudava ainda e só comecei a frequentar uma escola aos oito anos de idade, na 1ª série, em São Paulo. No primeiro dia de aula já recebi todos os livros, lembro-me bem de um que parecia uma revista, páginas suaves e com uma luminosidade, não me lembro de qual disciplina era, mas senti o mesmo cheirinho que sentira dos livros da escola da minha tia. Agora eles eram meus, e minhas hipóteses de leitura não eram mais suficientes, já conhecia algumas letras do allfabeto e assinava meu primeiro nome, mas agora tinha que começar a decifrar aqueles códigos de verdade. A professora Leila foi muito marcante nessa fase, pois sei que seu acolhimento, carinho, incentivo e compreensão para comigo foram essenciais para minha adaptação àquela nova realidade.Não tenho lembrança de como fui efetivamente alfabetizada, nem de algum livro, exceto os didáticos, que tenha lido nesse período.Na 3ª e 4ª séries, já de volta à Bahia, senti certa dificuldade em relação ao ensino, pois havia conteúdos ainda desconhecidos para mim, mas consegui acompanhar sem repetir o ano. Uma professora, em especial, marcou esses dois anos,não pelo incentivo ou motivação, mas pelas humilhações e constrangimentos.Mas deixa pra lá!!!No período da 5ª à 8ª série, no ginásio, a prática da leitura se fez mais presente, não por prazer, mas por obrigação e com fins avaliativos. Eu era bolsista em um colégio particular e meus pais se desdobravam para adquirir o material solicitado, mas nem sempre sobrava dinheiro para comprar os romances de leitura obrigatória. Só tinha um jeito que era esperar o colega que comprou, fazer sua leitura para depois me emprestar e isso quase sempre acontecia dois, três dias antes da prova, era na verdade uma olhada superficial no romance. Nessa fase da minha vida as leituras não obrigatórias eram feitas nos encontros de jovens da igreja (Pastoral da Juventude do Meio Popular-PJMP) e umas bem especiais: as de seu Secundino.Seu Secundino era um simpático senhor de sessenta e poucos anos que residia na comunidade rural onde minha avó morava. Na roça, toda a pessoa mais velha costumamos chamá-la de tio ou tia e tomamos sua bênção sempre que a encontramos. Ele morava sozinho em uma casa, nunca se casou. Quando seu sobrinho foi morar na cidade, ele foi morar junto com a irmã e lá ele descobriu nossa casa e passou a frequentá-la todas as manhãs entre 9 e 10 horas, ele chegava com um livrinho de cordel para que eu fizesse a leitura e ele ficar “apreciando” como dizia. Ele não sabia ler, mas tinha uma vasta coleção de literatura de cordel e algumas ele já sabia de cor, estavam, gravados na memória. Era muito divertido ler e ouvir aquelas histórias, minha família toda sentava para ouvir. Esses momentos de leitura me marcam até hoje.Havia uma disciplina que eu não sei qual foi o objetivo dela na época, mas não contribuiu em nada na minha formação, Técnicas de Alimentos, a aula consistia apenas em copiar receitas culinárias e coletar ingredientes para fazer uma delas e depois comê-la.Tem um livro em especial que marcou todas as pessoas que estudaram na CNEC naquela época, Meu Pé de Laranja Lima, a história do menino Zezé e seu mundo de fantasia criado para refugiar-se do seu áspero mundo real.No ensino médio li alguns livros, poucos, mas o Pequeno Príncipe, não há ex-aluno cenecista que não o tenha lido e se envolvido pelas suas viagens e que não tenha em mente alguma de suas mensagens belíssimas - Tu és responsável por aquilo que cativas (Exuperry) - nunca esqueci. Além da diretora, que também nos ensinava a disciplina de psicologia, outra professora me marcou muito nessa fase final de ensino médio, no curso do magistério: a professora Áurea. Precisei trabalhar para ajudar meus pais, afinal éramos sete filhos estudando, por isso tive que estudar no turno noturno. Chegava muito cansada, pois o colégio fica distante da minha casa e eu adorava as aulas dela e ela já conhecia meu trabalho como professora em uma creche e sempre me elogiava e incentivava além de uma colega muito divertida Maria Cândida, a Lia, que fazia as aulas passarem sem que percebesse.Na Universidade, a leitura tornou-se uma prática mais presente no dia-a-dia: fragmentos de textos, livros, romances, artigos, era uma loucura. A metodologia adotada no espaço acadêmico assusta um pouco quem sai de um ensino médio, com o professor ali orientando e explicando todo o conteúdo na sala de aula. Parece que todas as leituras que deveríamos fazer ao longo da vida escolar fazemos em alguns semestres.Logo no primeiro semestre me deparei com a Professora Stella Rodrigues, considerada por muitos como carrasco. Ela nos colocou para fazer um seminário, e como sugestão eu dei o nome do livro de Paulo Freire Pedagogia do Oprimido, pois já havia escutado falar muito dele em encontros na igreja. A leitura desse livro foi marcante na academia e na minha vida. Além de receber nota máxima desmistificamos a ideia que a priori tivemos da professora e me auxiliou na compreensão da leitura de outros textos ao longo do curso.Atualmente continuo fazendo muitas leituras, cada uma com objetivos diferentes por conta da minha profissão, mas aquela leitura por prazer, há tempos não a faço.



FORMAÇÃO INICIAL

Foi uma viagem meio confusa, cheia de desencontros,sem informações precisas,nem mesmo alguém que nos direcionasse de fato. Chegamos a nos perguntar por que nos atiramos naquela aventura. Como se não bastasse, atraso na abertura do evento e o término mais tarde ainda.Mosquitinhos coloridos faziam vôos rasantes por nossas vistas, de tanta fome que sentíamos.
Após uma verdadeira caça ao tesouro alimentar, nós, as três formadoras super poderosas (Wanderléa,Veronilde e Rita), seguimos o rastro de outros super-heróis, encontramos um restaurante com outro obstáculo pela frente: a gigantesca fila .
Já abastecidas ainda tínhamos mais aventuras pela frente. Subir as escadas do prédio até o sétimo andar, contribuiu para que a digestão acontecesse rapidinho, além tomarmos o líquido revigorante na cantina , a ponto de esgotar o estoque da mesma e quando tínhamos sede, fazíamos o caminho de volta.Depois tentaram resolver com um bebedouro, heróis em missão consume muito líquido. No dia seguinte tivemos que subir/descer escadas até o sétimo andar com um fardo de 20 livros, pois não bastava exercitar só as pernas mas malhar os braços também.
Não só os super heróis, mas os seus chefes, para chegar até à Sala de Justiça, também tiveram que mostrar que estão em forma na Bahia de todos os santos.
Com disposição, bom humor e com a resistência de um bom nordestino, suportamos o calor, a poluição sonora, a dispensa dos funcionários do prédio e os contratempos dos recursos de multimídia.
É por essas e outras que os super heróis em seus "esconderijos secretos" ficam desestimulados a atuar em suas missões. São difíceis, mas não impossíveis, pois lá , nesses locais, sua equipe se amplia e se ajuda.
que venha a segunda formação ! Para o alto e avante!